Enquanto voce não chega, fico aqui a lembrar, quando explode teu prazer em meu ser, descansa teu peso em meu peito e ainda em riste insiste, em continuar hibernando na "sua" gruta que te aquece e te gruda...   Me
afaga os cabelos, me beija os seios, me enche de dengos e me incendeia com o cheiro cúmplice que emana sacana de nós dois...   Voce me provoca... eu me deleito...aproveito, abuso e te uso, e só meu gozo sente na hora... Mas sei que te delicia dessa intimidade plena, quando te entrega vouyer ao prazer, de ver tua fêmea desenhar riscos molhados que escorrem orvalhados de rio uterino, em tuas pernas, mãos, dedos e boca, até cair saciada em teu peito...  Então voce me vira do avêsso e usa e abusa do direito de vasculhar fendas, entregues, indefesas... E rasga, saqueia, arrebenta, invade... faz prazer, dor e ardência, até cair saciado em minhas costas...
Mônica-Centaura
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