  
E eu que atravessei brumas desertas, mergulhei no abismo de promessas vazias, tateei em noites escuras, enfrentando a fúria dos ventos e dos deuses, descansei à sombra de miragens, semeei em solos inférteis, e colhi os frutos da desilusão, Venci. Força guerreira correndo nas veias, ainda acredito nos sonhos, na luz dos desejos inocentes, e fertilizo o coração com sentimento criança, de crer, arriscar e se deixar levar, segura de um dia (me) encontrar... (Mônica-Centaura)
 
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